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Aqui você poderá conhecer as informações mais recentes e relevantes do mercado. Não perca! • Projeto de lei prevê cadeia para 'currículo mentiroso'!
Conforme o autor da proposta, deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), a ação é necessária devido às frequentes falsificações, seja para obter vantagens na busca de um emprego, seja para prejudicar terceiros. A matéria está sendo apreciada pela Comissão de Justiça e, se for aprovada pelos membros, será enviada ao plenário para votação.
O parlamentar se baseou no episódio envolvendo a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff em 2009. Na época, a revista "Piauí" publicou uma matéria dizendo que o currículo de Dilma continha a informação de que ela é mestre em teoria econômica e doutoranda em economia monetária e financeira pela Universidade de Campinas (Unicamp).
A universidade, na ocasião, disse à revista que não havia registro de matrícula no mestrado e que o doutorado foi abandonado. A ministra admitiu que seu currículo no site do ministério estava errado.
“Depois foram descobrir que não foi ela, foi um terceiro. Então, pensei em um projeto para punir o terceiro que faz isso e também quem faz para obter vantagem pessoal”, disse Bezerra.
Na opinião do consultor e professor da Faesa, Giovani Borgo Sardi, um profissional que coloca informações falsas no currículo também não será ético no trabalho. Dar informações mentirosas pode ser enquadrado como falsidade ideológica.
“Quem age desta forma demonstra que não tem caráter e se ‘queima’ no mercado. É bom lembrar que o currículo é apenas uma etapa da seleção e se houver uma informação inverídica, dificilmente ele vai conseguir ser aprovado na seleção”, afirmou o professor.
Segundo Sardi, o profissional precisa ter seriedade, ética e responsabilidade na hora de elaborar o currículo. Além disso, é importante se perguntar o quanto aquela informação vai agregar na hora de conseguir a tão sonhada vaga.
“A imagem do empregado é reflexo da empresa. Portanto, não são toleradas mentiras. Além disso, o candidato precisa informar aquilo que agregue valor ao que é exigido ou apreciado pela empresa”, avaliou. O Código Penal não estabelece punição específica para falsificação do currículo para satisfazer interesse pessoal ou causar danos a terceiros.
Punição: Até dois anos - Será a pena máxima prevista para quem inserir informações falsas no currículo. A punição está prevista no Projeto de Lei 6561/09 que está em tramitação na Câmara dos Deputados.
Leia o texto na íntegra no site: Gazeta On-line •
Taxa de desemprego em abril desacelera para 7,3%, o menor nível desde 2002
Por: Gladys Ferraz Magalhães SÃO PAULO - A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País em abril atingiu o menor nível desde março de 2002: 7,3%. O número apresentou queda de 0,3 ponto percentual em relação a março (7,6%) e caiu 1,6 p.p. em relação a abril de 2009, quando registrou 8,9%. Desempregados
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